E não peçam explicações.
A ciência mais e mais descobre e acumula provas que nosso gosto pelo álcool tem profundas raízes evolutivas e biológicas, que essa predileção humana pelo álcool foi herdada de nossos ancestrais primatas, que também adoravam umas doses. Bem, este escriba proclama: não se deve brigar com a mestra suprema de nossa existência, a entidade que comanda nossas vidas, a biologia!
Saudações canalhas, cafajestes e ébrias
Por que passamos a pensar só na decadência, destruição e fim? Por que ficamos viciados em IMAGINAR as ruínas e o fim de nossa civilização e até de nossa patética espécie e não na evolução, melhoria e expansão libertadora e humanista da própria humanidade?
Já postei conteúdo bem semelhante, mas esta imagem, pela simplicidade, força e beleza, me capturou e me (re)lembrou que esta sabedoria deve sempre ser lembrada e repetida.
Saudações canalhas e cafajestes
"Nosso bar favorito é igual o desenho Caverna do Dragão: a gente tenta e quer ir embora mas sempre acontece ou aparece alguma coisa que nos segura lá."
Uma amiga, frequentadora mais que assídua do bar favorito deste sujeito, durante uma animada conversa com o próprio, ocorrida no referido estabelecimento, claro!
E mais uma vez, com plena razão, este escriba recomenda a seus parcos leitores mais uma obra do mestre Ingmar Bergman. Cenas de um casamento é uma minissérie de 1973, feita para a tv sueca, que, como o título indica é uma dissecação, uma análise crua e devastadora das relações humanas e das relações conjugais em particular. Um filme tão denso, real e até cruel que algumas cenas conseguiram causar profundo desconforto em mim!
Uma dica: está disponível no youtube, dividido em duas partes (no total tem cinco horas de duração), com ótima legendagem em português. E fuja da versão picareta feita em 2021 por uns manés!
Saudações canalhas e cafajestes