Como prometido há semanas (semanas últimas aliás bem conturbadas, daí as postagens espaçadas e em dias pouco usuais, aqui nesta tranqueira), finalmente a primeira parte do relato do encontro dos três amigos de décadas (eu incluso, claro), que não se viam, os três juntos, há vários anos.
O começo da noitada rápida (cerca de duas horas) foi, claro, totalmente dedicado a ouvir o relato de nosso amigo cujo casamento acabou e se viu, como ele disse 'na merda e se sentindo um merda'. Impressionante como as desditas, brigas, problemas e conflitos que ele viveu na fase final daquele horror chamado casamento se pareciam com os nossos, também divorciados que passaram poucas e boas no final de nossa incursão nessa instituição tão podre e escrota...Particularmente digno de nota, no começo da nossa conversa, foi sua revelação das 'regras' que a hoje sua digníssima ex-esposa quis impor, no tempos que precederam a separação. a saber:
- Ela podia sair com as amigas, badalar, passar noites fora etc. Ele? Nem pensar! Afinal, ele é homem e 'homem é tudo filho da puta e trai'...
- Se eventualmente ele descobrisse uma escapada dela com outro, ele tinha de entender e perdoar, afinal, se ela o traiu, era sinal que ele estava falhando em alguma coisa (sim, leitores, é isso mesmo que vocês leram).
Nessa parte da conversa, lembrei e citei uma fala antológica, inesquecível de minha , glup, arghhh, ex-esposa, que uma vez me saiu com essa:
"eu posso dar para outros caras, você não pode nem ver seus amigos, pois ganho mais que você e portanto você tem que ser submisso" (!!!!!!)
Gostaram dessa primeira parte? Pois aguardem a continuação.
Saudações canalhas e cafajestes


