Sim, mais um filme do mestre Walter Hugo Khouri. Eu, lançado em 1986, está longe de pontuar entre seus melhores filmes, na humilde opinião deste escriba, mas as marcas do seu cinema estão aqui: muitas mulheres belíssimas, nuas ou quase; uma visão crua da masculinidade e claro, o protagonista é um poço que verte muita, mas muita angústia e mal estar, para consigo e com o mundo. Esse filme mostra, sem piedade alguma, como o homem mulherengo, canalha, insaciável, é muitas vezes ingênuo e infantil.
O final é dos mais incômodos e ousados. Moralistas em geral, pessoas de compleição frágil em geral ficarão em choque. Estejam avisados.
Frase marcante: "com toda sua experiência, você não foi capaz de compreender aquela mulher"
Saudações canalhas e cafajestes

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