Benedetta é puro Paul Verhoeven: ousado, sem simplismos ou maniqueísmos, provoca e faz pensar. Filme que (re)conta a história de uma freira lésbica e atormentada por visões religiosas pesadas, que realmente existiu, no século XVII, na Toscana.
As cenas de sexo lésbico não foram feitas para agradar o público masculino: são realistas, muito bem-feitas e por isso mesmo, plasticamente muito belas.
A amiga e então ficante que me indicou disse que 'é um desses filmes que se assiste com uma das mãos ocupadas...'Não é para tanto, mas é muito recomendável.
Saudações canalhas e cafajestes


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