A experiência de anos, décadas rodando na noite, muitas horas em bares de todo tipo, alguns os mais duvidosos e sujos, serve para algo: assim que a sujeita meio desarrumada e cambaleante entrou no bar em que eu estava, em plena quarta-feira à noite, o modo como ela me olhou, da entrada, denunciou para este sujeito curtido: ela ia se aproximar e pedir algo - bebida, dinheiro. Dado seu estado meio alterado, a aparência nada atraente e a conversa fiada de sempre, a despachei com a devida educação, claro.
Saudações canalhas e cafajestes

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