Para pôr em prática os truques, ritos e técnicas que usamos para conquistar as mulheres, nós homens muitas vezes envergamos máscaras vazias à frente de nosso verdadeiro ser, são artifícios que seduzem com mentiras e ares de misteriosos, envolventes e mais interessantes do que somos de fato. Máscaras que portanto, em verdade, nada são. E com o tempo o vazio delas nos consome até que nada mais há atrás delas, só nosso desejo, nossa fome insaciável pelo prazer e o êxtase. E quando percebemos isso, é tarde demais ou não lamentamos.
Noites cafajestes no Clube de Autores
sexta-feira, 4 de março de 2022
Reflexão noturna meio alcoolizada, dura, cortante e verdadeira
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
Pensamentos e sensações de uma sexta-feira à noite(e de muitas outras noites)
Brilhante criação de Sting, gênio que ouvi muito na adolescência, e que foi citada durante uma conversa de bar, na última sexta-feira, em que este escriba e algumas pessoas filosofávamos como o amor comum, medíocre, das pessoas medíocres, não passa de sentimento de posse infantil e como é difícil transcender essa mediocridade.
Saudações canalhas e cafajestes
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022
Seja irresponsável enquanto pode
Um conhecido deste escriba passou por uma situação comuníssima, universal, que todo homem de verdade que já caminhou pela terra já passou: estar muito a fim de uma garota (apaixonado de fato ou só querendo possuir a moça, pouco importa) e esta não lhe dar mínima chance ou atenção reais, quando muito uma graça bem leve, com um toque de desprezo, porque ela está envolvida com um sujeito muito mais bem postado em termos materiais e financeiros. Mas como todos os seres racionais sabem, o mundo é redondo e dá voltas, ao contrário do que as corjas negacionistas e terraplanistas imaginam.
Assim, o boyzinho que desfrutava dos favores da bela dama um belo dia foi morar e trabalhar em terras europeias, bancado pela família, claro, e deixou a moça na rua da amargura. Uma chance que o protagonista deste relato não poderia perder. E não a deixou passar: correu a consolar a moça, que aceitou o ombro amigo sem delongas. Logo, logo o rosto e boca dela tocava mais que o ombro dele...
Eis que um belo dia a bela dama o convoca para um evento e tanto: uma balada com música ao vivo (algum sertanejo horroroso ou um funk carioca anencéfalo qualquer) e depois, o convida para terminarem a noite em um motel nas proximidades. Acontece que a data do grande evento era em uma noite em que ele, funcionário de um restaurante, fora escalado para substituir um colega de licença.
O que fez nosso protagonista? Fingiu estar doente, febril e tomado por uma bela infecção. Para dar maior verossimilhança, baixou no posto de saúde mais próximo, caprichou na encenação, o médico de plantão lhe aplicou uma bela duma injeção de benzilpenicilina benzatina, vulga Benzetacil, exatamente como ele havia planejado e lhe entregou um atestado escrito, contendo inclusive essa informação. (Detalhe: ele estava com a saúde perfeita, não tinha uma mísera unha encravada na ocasião).
Dispensado do trabalho pelo chefe, que segundo ele ficou realmente impressionado com o documento e o estado aparente do rapaz, correu para os braços da dama.
E a noite terminou em alto estilo, no melhor motel das proximidades da balada, com direito a garrafa de champagne no quarto.
Mas não muito depois, a reviravolta. Quem reaparece nesta história? Exato! Boyzinho que se mudou para a Europa às expensas da família riquinha. O rapaz pelo visto estava realmente apaixonado pela moça, pois a convidou a morar com ele no Velho Mundo, bancada nos primeiros meses por ele, incluindo passagem aérea! Claro que ela zarpou sem vacilar ou olhar para trás e deixou nosso protagonista a sós, que no entanto não se lamentou, pelo contrário, conseguira o que tanto intentou, isso que importava.
A moral dessa história, caros leitores, está expressa no título da postagem. Façam isso, sejam isso enquanto podem. No fim da vida, temos duas opções: lamentar ou lembrar. Façam suas escolhas.
Saudações canalhas e cafajestes
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022
Descobertas feitas em mesas de bar e registradas em guardanapos - CXVII
"Meu irmão sempre diz: um único pelinho do 'xibiu' de uma mulher tem mais força que 600 cavalos!"
Uma conhecida e frequentadora do bar favorito deste sujeito, ao ouvir a história relatada na última postagem desta série.
Saudações canalhas e cafajestes
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022
Sentimentos de uma sexta à noite (e de muitas outras noites)
"O rock nos lembra que estamos vivos."
De um frequentador do bar favorito deste sujeito.
Saudações canalhas e cafajestes
sexta-feira, 28 de janeiro de 2022
Texto curto, inútil mas nada fútil
O centro da cidade é o universo onde espalho minhas dores, medos e pensamentos que me assombram, os mais recônditos e que nunca me abandonam; cada rua, prédio e lugar historicamente marcante ganha a projeção de alguma lembrança ou pensamento meus, e assim a cidade ganha sentido para mim, me misturo a ela, enquanto vago por seu labirinto fugindo das coisas que não quero encarar, torno-me dependente dela e sua amante, vício e júbilo fugaz.
Não peçam explicações a respeito, como sempre.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2022
O que não fazemos por uma novinha - parte III (ou: a novinha do Chevette ataca na noite de novo)
Reflexão do guerreiro noturno após mais uma noitada com a novinha, que novamente testou a coragem, virilidade, gosto e bom senso do meu amigo, obrigando-o mais uma vez a degustar a iguaria cujo nome estampa o título desta postagem:
"Com 30 e poucos anos, acompanhamos o ritmo das novinhas no sexo sem problemas, mas acompanhar o gosto e ritmo delas na bebida já é outra história..."
Saudações canalhas e cafajestes
