A vida é bela e quando menos se espera te dá uma bela surpresa.
Noites cafajestes no Clube de Autores
sábado, 27 de dezembro de 2025
Postagem curta, muito fútil e inútil, mas repleta de alegria e sinceridade
sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
Eu lhe disse, mas eu lhe disse... Eu te disse, né?
A Gama, revista eletrônica da qual consta o link abaixo, é uma bela porcaria; a matéria em questão, risível, patética, mas tem uns trechos de sensatez e sabedoria no meio, do qual destaco um:
" Em entrevista recente a Gama, a jornalista Nana Queiroz, autora do livro “Os Meninos São a Cura do Machismo” (Record, 2021), comentou que é preciso oferecer exemplos diferentes de masculinidade para quem está em formação.
“Talvez, a cura para as dores das mulheres esteja na cura do coração masculino. A nossa falta de generosidade e a agressividade tão acusatória com os meninos está fazendo com que a extrema-direita se alimente deles. Os meninos precisam ter opções, modelos de homens nos quais se inspirar, precisam sentir o que é ser um cara legal”, afirmou.
Ela continua: “A gente não tem só que falar o que não ser, temos que ajudar os garotos a entender o que ser, o que está no cardápio de possibilidades do que um homem livre pode ser, o que é bacana”.
Caros leitores, ao mesmo tempo que fiquei puto ao ler essa matéria, principalmente esse trecho, me senti vingado, um verdadeiro visionário.
Me explico: há mais de dez anos, lá por 2012, 2013, eu já tinha antecipado, em conversas com minhas melhores amigas (a maioria delas, ex-ficantes ou namoradas), todas feministas empedernidas, que aquela tal 'quarta onda do feminismo', sobre a qual começou a se falar nos citados anos, que só sabia acusar, acusar, criticar, apontar o dedo para os homens e não dizer, não oferecer um modelo alternativo ao machismo e à violência que, com total e completa razão, as mulheres não aguentavam mais e se levantaram contra, que essa avalanche de críticas, raiva e ódio, sem oferecer um novo modelo ou querer minimamente discutir a tal 'masculinidade hétero' ia gerar, como disse uma vez para minha mais próxima e querida amiga, 'uma merda muito grande, lá adiante'. Ela bufou, me olhou feio e mudou de assunto...
Bem, creio que é nessa matéria supracitada ou em outra similar que vi uma dessas feministas de internet, bem no estilo do universa-uol (arghhh!!!!), fazer um mea-culpa, dizendo que essa década inteira só despejando acusações e ódio aos meninos que cresceram na última década, sem dizer que 'eles podem sim ser incríveis e legais e respeitar as meninas, as mulheres' (palavras dela), abriu caminho para a aberração que são os redpill, machoesfera, etc. etc. se aproveitarem do ressentimento dessa geração de meninos que se tornaram homens e faturar explorando isso. E que faltou às mulheres acolher esses garotos, pegá-los pela mão e mostrar como poderia ser diferente, ao invés de só xingar, xingar, xingar...
É mesmo? Não foi falta de aviso, queridas!!!!
O pior é que essas mulheres que perceberam isso são uma minoria absoluta. Façam uma pequena incursão pelo intestino grosso da espécie humana que são as redes sociais para confirmar isso...
O site em questão, para o caro leitor se divertir ou passar raiva:
https://gamarevista.uol.com.br/semana/sera-que-e-amor/eles-estao-perdidos/
P. S. : o título da matéria é a frase que sempre encerrava este desenho animado clássico da Hanna-Barbera e das tvs brasileiras nos anos 70 e 80:
Saudações canalhas e cafajestes
sábado, 13 de dezembro de 2025
Dica cultural de AlexB
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
Descobertas feitas em mesas de bar e registradas em guardanapos - CXLVII
"Acho que é melhor, menos nocivo, você ficar assistindo pornografia que ficar tanto tempo rolando postagens do Instagram no celular!
Pérola de sabedoria de uma das pessoas mais sábias que conheço - minha melhor amiga e ex-namorada - que ela disse para seu atual namorado, ao vê-lo preso um tempão nessa porcaria moderna.
Só uma mulher teria tanta perspicácia: tranqueira internética por tranqueira internética, pornografia é melhor!
Saudações canalhas e cafajestes
sábado, 29 de novembro de 2025
Uma verdade que a maioria das pessoas desconhece ou prefere ignorar
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
KKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!
E mais um mantra do feminismo moderno que não para em pé e elas mesmas começam a questionar...
Antes do principal, um aviso: se o leitor não souber como driblar matéria paga, como ler de graça (é bem simples, viu? Uma pesquisa rápida acha as maneiras), adianto o conteúdo da pérola que me fez gargalhar como louco: cansadas dos homens, muitas mulheres 'empoderadas' decidiram fazer um tal 'detox de macho' e ficar sem se relacionar com essas criaturas escrotas, incluindo sexo. Bem, adivinhem??
Já tem feminista, toda 'empoderada', mostrando como isso é uma ideia de jirico...
Façam um esforço e leiam a matéria no link abaixo, que desfila toda a 'sabedoria' e mal-estar dessas mulheres moderninhas, é hilária!
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marilizpereirajorge/2025/11/transe-e-nao-se-apaixone.shtml
Saudações canalhas e cafajestes, orgulhoso de ser essas coisas.
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
Postagem épica (Ou: o álcool é realmente a pior das drogas!)
Um frequentador assíduo do bar favorito deste sujeito, um canalha de marca maior, chega ao referido bar no começo de uma madrugada de sábado para domingo; local lotado, ótimo grupo tinha terminado uma apresentação de puro rock e energia, conversas a mil, todos animados; em suma uma daquelas noites que fazem a vida parecer valer a pena.
O citado canalha já estava completamente embriagado ao chegar mas claro que pega mais cerveja, manda ver e se junta à turma.
Eis que umas duas horas depois, um dos membros de nossa turma, o cara mais sensato e racional de todos aliás, que mais de uma vez chamou à razão e ao bom senso algum de nós que estava se excedendo, está conversando no balcão com canalha breaco, que está com uma expressão de profunda angústia ou perturbação no rosto. O cara sensato me chama e pergunta ao canalha embebedado: devo ou não contar para o Alex o que você fez? - ao que o breaco geme, desesperado: não, não, por favor! Claro que isso foi a deixa para o outro contar tudinho...
Canalha bêbado puxou conversas com duas mulheres conhecidas nossas, também frequentadoras do bar, e do nada, sem nenhum motivo aparente, as chama, em alto e bom som e com gosto, de piriguetes. Elas dizem mais de uma vez que não gostaram, ele não dá a mínima e repete que são piriguetes mesmo. Ofendidas, elas dão às costas a ele e pouco mais tarde vão embora.
Lanço um olhar de sinceras curiosidade e estupefação para o sujeito, pergunto porque ele fez isso e em seguida lanço uma hipótese típica de conversa de bar: será que você simplesmente gosta do som da palavra "piriguete", acha uma palavra gostosa de pronunciar (saborosa...) e queria falá-la em voz alta para alguém e decidiu pronunciá-la bem para as duas moças?
Caros leitores, o canalha bêbado arregalou os olhos e ficou petrificado, como se tivesse sido fulminado por uma revelação divina suprema; passado o pasmo, disparou essa:
- Pois foi isso mesmo! Eu sempre achei a palavra legal, um som gostoso e resolvi chamá-las assim só para ouvir eu mesmo dizer 'piriguete'. Obrigado! Você deu a explicação que eu mesmo sentia mas não sabia pôr em palavras!
Aquilo foi demais para mim: enterrei minha cara no balcão e me pus a rir alto de puro nervosismo e indignação.
Ao me recuperar, tomei um grande gole e disse:
- Puta que pariu, X(*)! Eu especulo uma baboseira dessas e você ainda aplaude e diz que vai usar como explicação???
Moral dessa história noturna patética: o álcool é decididamente a pior de todas as drogas, a que leva o ser humano a cometer as maiores atrocidades.
Saudações canalhas, desconsoladas e cafajestes

